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PORTUGAL CONCEDE 331.900 DÓLARES NO COMBATE À PRAGA DE GAFANHOTOS
BISSAU  BISSAU 20/01/2005
Destinatário:  GOVERNO GUINE-BISSAU
Doador:  GOVERNO DE PORTUGAL  PORTUGAL
Verba: 331.900,00  US DOLLARS

Segundo o embaixador de Portugal em Bissau, José Paes Moreira, este montante doado pelo seu Governo, irá permitir combater a praga que assola o país, mas, ao mesmo tempo, alertou para a necessidade dos técnicos da FAO aumentarem a “capacidade de reacção” a situações deste tipo, para que não se transforme em carácter de recorrência – porque “se não tornam-se cíclicas”.

O embaixador português elogiou o diagnóstico “rigoroso” de avaliação dos peritos do Fundo das Nações para Agricultura e Alimentação (FAO) sobre a situação que o país enfrenta, e as estimativas dos custos necessários para a operação. “Depois de todas estimativas feitas pelos técnicos da FAO, o Governo português comunicou a sua decisão de cobrir integralmente os custos da operação”, diz Paes Moreira, acrescentando tratar-se de uma operação de emergência face a uma situação particularmente delicada.

O ministro Agricultura, João de Carvalho elogiou a iniciativa das autoridades lusas, porque vai permitir “um controlo efectivo”, de forma a evitar a “tendência cíclica que se avizinhava com a evolução do ciclo de vida destes ortópteros”.

Este governante sublinhou que o Executivo, teve necessidade, logo após o aparecimento deste flagelo, em colaboração com a FAO, de montar quatro brigadas de prospecção. “Era na altura necessário fazer isso, para determinar o método, a localização e os mecanismo a serem adoptados para o seu controle”, esclareceu, acrescentando que, “não havendo apoios necessários na altura”, o Primeiro-Ministro lançou um apoio à comunidade internacional e de outras organizações no sentido de apoiar o país, depois ter efectuado visitas aos locais afectados/devastados.

No quadro dos apoios de assistência ao combate aos gafanhotos, João de Carvalho destacou, para além do apoio de Portugal e da FAO, o apoio de emergência da China e do Senegal que enviou quatro brigadas especializadas com materiais de para esta envergadura.

O representante da FAO na Guiné-Bissau, Sotondji Dazogbo, sempre se prontificou, desde o início, a dar a sua assistência às autoridades guineenses. “Os nossos experts trabalharam com equipas nacionais com base no relatório que produziram, resultante do trabalho efectuado no terreno.

Neste documento conseguiu-se identificar as zonas necessárias a uma intervenção de urgência. Por isso, accionamos todos os mecanismos necessários, desde transportes de materiais e pessoal para o combate desta praga”, sublinhou.
 

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