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A CONSTRUÇÃO DAS TRÊS INFRA-ESTRUTURAS FOI AVALIADA EM 300 MIL DÓLARES E FINANCIADAS PELO PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA HUMANITÁRIA (HAP) DO COMANDO EUROPEU DAS FORÇAS ARMADAS DOS EUA (EUCOM).
Varela  Varela 03/12/2004
Destinatário:  Governo da Guiné Bissau
Doador:  Assistência Humanitária (HAP) do Comando Europeu das Forças Armadas dos EUA (EUCOM)  ESTADOS UNIDOS
Verba: 300.000,00  US DOLLARS

Richard Roth na presença do primeiro-ministro, Carlos Gomes Júnior assegurou que as novas autoridades do país estão empenhadas na promoção do desenvolvimento e bem-estar social. Mas, o diplomata norte-americano disse que a promoção da democracia requer respeito pelo estado de direito, os direitos humanos e umas forças armadas apartidárias.

Reconheceu que o actual Executivo está trabalhar para promover o desenvolvimento económico para atracção do investimento e pela coordenação dos parceiros nacionais para aumentar as oportunidades de emprego.

Segundo o diplomata americano, o sucesso destes esforços dependerá, no entanto, da aderência de todos os actores da sociedade guineenses, nomeadamente, líderes políticos, sociedade civil e organizações sindicais.

A ocasião serviu para o embaixador transmitir ao chefe de Governo a disponibilidade das autoridades americanas em continuar a apoiar os esforços da Guiné-Bissau. Disse que a inauguração das três pontes ora construídas é o testemunho desta disponibilidade do Governo americano, disse Richard Roth.

Em resposta a advertência do embaixador, o chefe do Governo prometeu a gestão rigorosa das ajudas externas direccionadas à Guiné-Bissau. Aliás, disse que o seu Executivo elege rigor na gestão da coisa pública como base da sua actuação. Tudo na perspectiva de tirar o país do marasmo e subdesenvolvimento em que está votado, para colocá-lo nos carris do desenvolvimento.

Realçou a amizade e cooperação existente entre a Guiné-Bissau e os Estados Unidos e disse que elas são excelentes.

Carlos Gomes Júnior disse que o nosso país não pode pagar os apoios concedidos pelos EUA. Disse que além apoio financeiro que recebemos deles, concederam-nos um apoio fundamental quando o mundo pretendia condenar a Guiné-Bissau na sequência do golpe de estado registado. “Estados Unidos anunciaram levantamento de tudo e qualquer tipo de castigo que poderíamos estar sujeitos. Aí, observaram as dificuldades com que o país atravessa e porque querem ajudar-nos”.

De acordo com o chefe de Governo, neste momento que o país está na via de consolidação da democracia, deve ser ajudado. Mas, alinhou com as opiniões do Embaixador de que devemos respeitar aqueles princípios básicos da democracia, que são o respeito à pessoa humana, os direitos humanos, a justiça e a submissão das FA ao poder político.

Mas, o primeiro-ministro assegurou ao embaixador Roth que o Governo que dirige está preocupado em colocar a Guiné-Bissau no concerto das Nações. Precisa de paz, rigor e qualquer ajuda que recebe sabe que é uma poupança de um outro povo que sacrificou algumas das suas necessidades para nos ajudar superar as dificuldades.

Por isso, assegurou ao diplomata que qualquer ajuda será bem gerida e aplicada ao seu destino.Carlos Gomes Jr. agradeceu o apoio concedido e pediu ao embaixador para que sirva de interlocutor da Guiné-Bissau juntou do seu Governo a fim de aumentarem as suas ajudas.

Dirigindo a população da área, o primeiro-ministro lembrou-a que aquando da sua campanha garantiu que iriam dar atenção especial à zona. O partido prometeu na altura desenvolver a zona, porque a partir do turismo se criar postos de emprego para desenvolver a área. Disse que a inauguração destas pontes é um dos exemplos desta promessa.
O primeiro-ministro disse que o próximo passo que o seu Governo pretende dar neste sector, antes de fim do seu mandato, é o alcatroamento da estrada que liga S.Domingos, Suzana e Varela.

Para o ministro das Obras Públicas, Construções e Urbanismo, Domingos Simões Pereira, este gesto dos Estados Unidos é bastante louvável e por isso, limitou-se a agradecer, solicitando mais apoios, porque o país precisa de ser ajudado e os problemas são tanto quanto não se pode imaginar.

O ministro exortou a população da zona para ajudarem conservar àquelas infra-estruturas para que possam servir melhor a todos. Realçou a importância de recuperação das mesmas e disse que vai permitir a livre circulação das pessoas e escoamento dos produtos produzidos ali. E mais, vai tirar a zona do isolamento em que foi metido.

A população que se aproveitaram a presença do chefe do governo e hóspedes americanos, apresentaram as principais dificuldades com que deparam, nomeadamente, falta de estradas, de centros de saúde e escolas. Mesmo tendo um doente, é obrigado de transitar a fronteira para o vizinho Senegal.
 

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